O QUE ESTÁ ACONTECENDO COM A MINHA CIDADE MARAVILHOSA????
PRESENTE DA MAMIS
26 de novembro de 2010
Esta é a bolsa que eu mandei fazer com a minha foto prá dar prá mamãe de aniversário. Ela adorou!!!!!!

COMO SURGIU A MIUCHA
Hoje vou contar a história da Miucha. Eu já estava com mamãe há um ano. Minha vovó estava muito doente no hospital (ela tinha câncer, mas não sabia). Miucha estava sozinha na casa dela em Sepetiba, ela pagava um senhor para dar comida e água. Apenas dois meses depois de internada, minha vovó deixou mamãe pegar a Miucha para cuidar. Todos acreditavam que seria passageiro, que vovó logo sairia do hospital e pegaria a Miucha novamente. Mas isso não aconteceu. Mamãe pegou a Miucha dia 20 de novembro e no dia 16 de dezembro, vovó foi prá junto do Papai do Céu. Mamãe ficou arrasada e se apegou tanto a essa "neguinha" que não percebeu que ela estava com um tumor na mama direita.
Teve que operar, retirou a cadeira mamária toda, as duas, esquerda e direita e depois ainda foi castrada.
Haja sofrimento prá um serzinho só!!!!!!
Mamis cuidou muito bem dela e ela ficou boazinha agora...
Teve que operar, retirou a cadeira mamária toda, as duas, esquerda e direita e depois ainda foi castrada.
Haja sofrimento prá um serzinho só!!!!!!
Mamis cuidou muito bem dela e ela ficou boazinha agora...

MIUCHINHA, MINHA IRMÃ
Esta é a Miucha, minha irmã mais velha, ela é uma fofa!
Dormindo, PINK, essa é prá você...
Eu e Miucha operadas, snif, snif...
Dormindo, PINK, essa é prá você...
Eu e Miucha operadas, snif, snif...

MINHA INFÂNCIA - PARTE 2
25 de novembro de 2010
Esta sou eu com 45 dias...
Aqui no colinho da mamis...
Já estou maiorzinha, mas minhas orelhinhas continuam caidinhas, uma fofura meu barrigo!
Aqui no colinho da mamis...
Já estou maiorzinha, mas minhas orelhinhas continuam caidinhas, uma fofura meu barrigo!

MINHA INFÂNCIA
Olá a todos!
Hoje vou postar algumas fotos da minha infância. Espero que gostem.
Esta coisinha sou eu dormindo com meu pai, no dia que eu cheguei da maternidade, hihihi...
Eu era tão pequenininha que minha mãe tinha até medo de me pegar no colo.
Hoje vou postar algumas fotos da minha infância. Espero que gostem.
Esta coisinha sou eu dormindo com meu pai, no dia que eu cheguei da maternidade, hihihi...
Eu era tão pequenininha que minha mãe tinha até medo de me pegar no colo.

PURO AMOR OU AMOR PURO
Muitas pessoas acham que entendem a psicologia canina e que são especialistas em cães. Mas somente quem se doa por inteiro é que sabe o significado da expressão: “fidelidade canina”.
Desde pequena sempre gostei de animais, qualquer animal conquistava minha atenção. Minha mãe nunca achou prudente uma criança ter cães, afinal, ela acreditava que aquele amor seria passageiro e que todo o trabalho e responsabilidades ficariam com ela. Cresci e o amor aos animais, também. E o sonho de ter um cão nunca acabou, ao contrário, só aumentava.
Há quatro anos descobri, realmente, o significado da expressão citada acima. Ela era do tamanho da minha mão, não tinha dentes e mais parecia um filhote de hamster. No início ela dormia o tempo todo, acho que pelo fato de ter sido afastada da mãe muito cedo. Desde a primeira noite na minha casa, ela nunca chorou. Nunca reclamou por estar longe dos irmãozinhos, como se ela soubesse que o amor que sentiríamos uma pela outra seria insuperável.
Antes de ela existir na minha vida, já tinha um nome: Sofia, que em grego significa sabedoria. E foi com toda a sabedoria que essa Yorkshire conquistou a mim e a todos que a conhecem. Vivemos assim, uma olhando para a outra; ela me lambendo com seus beijos e eu a alisando e penteando. Muitos passeios pela rua desviando das porcarias dos cães e dos humanos, leite morno nas tardes frias, pipocas proibidas nos sábados à noite. Horas de confissões e questionamentos, lágrimas minhas e dengos dela. Somos juntas, unidas, alheias às dores do mundo, eu e minha Sofia.
Eu sempre soube que os cães da raça Yorkshire eram dóceis e brincalhões, mas a Sofia é mais do que isso, ela é inteligente, obediente, vibrante, alucinadamente carinhosa e divertida. Ela não esteve meses na minha barriga, nem precisei dar de mamar a ela, mas sinto como se ela fosse um pedaço de mim, o melhor pedaço. E eu gostaria de ser apenas um pouco do que ela pensa que sou. Ela me dá amor e eu a protejo. Meu coração de mãe sente dor e amor por ela e isso não é diferente se o filho em questão tem quatro patas, pêlo abundante por todo o corpo e um rabo alegre.
Aconselho a todas as pessoas que conheço que doem seu coração a um cão, só ele sabe como curar as feridas da solidão e fazer você sorrir, quando tudo está desmoronando à sua volta. Minha vida não tem mais espaço para tristezas nem solidão, Sofia preenche todos os momentos sem pedir quase nada em troca, a não ser um afago.
Não tenho mais medo de nada. Nem da noite!
Desde pequena sempre gostei de animais, qualquer animal conquistava minha atenção. Minha mãe nunca achou prudente uma criança ter cães, afinal, ela acreditava que aquele amor seria passageiro e que todo o trabalho e responsabilidades ficariam com ela. Cresci e o amor aos animais, também. E o sonho de ter um cão nunca acabou, ao contrário, só aumentava.
Há quatro anos descobri, realmente, o significado da expressão citada acima. Ela era do tamanho da minha mão, não tinha dentes e mais parecia um filhote de hamster. No início ela dormia o tempo todo, acho que pelo fato de ter sido afastada da mãe muito cedo. Desde a primeira noite na minha casa, ela nunca chorou. Nunca reclamou por estar longe dos irmãozinhos, como se ela soubesse que o amor que sentiríamos uma pela outra seria insuperável.
Antes de ela existir na minha vida, já tinha um nome: Sofia, que em grego significa sabedoria. E foi com toda a sabedoria que essa Yorkshire conquistou a mim e a todos que a conhecem. Vivemos assim, uma olhando para a outra; ela me lambendo com seus beijos e eu a alisando e penteando. Muitos passeios pela rua desviando das porcarias dos cães e dos humanos, leite morno nas tardes frias, pipocas proibidas nos sábados à noite. Horas de confissões e questionamentos, lágrimas minhas e dengos dela. Somos juntas, unidas, alheias às dores do mundo, eu e minha Sofia.
Eu sempre soube que os cães da raça Yorkshire eram dóceis e brincalhões, mas a Sofia é mais do que isso, ela é inteligente, obediente, vibrante, alucinadamente carinhosa e divertida. Ela não esteve meses na minha barriga, nem precisei dar de mamar a ela, mas sinto como se ela fosse um pedaço de mim, o melhor pedaço. E eu gostaria de ser apenas um pouco do que ela pensa que sou. Ela me dá amor e eu a protejo. Meu coração de mãe sente dor e amor por ela e isso não é diferente se o filho em questão tem quatro patas, pêlo abundante por todo o corpo e um rabo alegre.
Aconselho a todas as pessoas que conheço que doem seu coração a um cão, só ele sabe como curar as feridas da solidão e fazer você sorrir, quando tudo está desmoronando à sua volta. Minha vida não tem mais espaço para tristezas nem solidão, Sofia preenche todos os momentos sem pedir quase nada em troca, a não ser um afago.
Não tenho mais medo de nada. Nem da noite!

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